(EM TEMPO NOTÍCIAS) – O preço da gasolina subiu 12% desde que Luiz Inácio Lula da Silva voltou à Presidência da República. Em 7 Estados, esse aumento ultrapassou 15%.
De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Amazonas está no topo da lista dos que mais sofreram com a escalada do preço da gasolina. Ali os postos vendem o combustível por R$ 6,30 (25% maior que o verificado em dezembro de 2022).
Acre (R$ 6,37, com valorização de 19,5%), Roraima (R$ 6,07, com alta de 17%), Sergipe (R$ 5,73, com aumento de 15,5%) e Paraíba (R$ 5,48, com 15,4% de acréscimo) aparecem na sequência. O combustível ficou mais caro principalmente em virtude da retomada da cobrança de impostos.
Desde 1º de março, por exemplo, a cobrança de uma alíquota parcial do Pis/Cofins e das Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) voltou a incidir sobre os combustíveis em todo o país. Isso resultou num aumento de R$ 0,47 por litro de gasolina.
Mas não para aí. Em 1º de junho, houve a alteração na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) monofásico — uma alíquota única, que entrou em vigor em todos os Estados. A tarifa de R$ 1,22 é superior à registrada em 20 unidades da Federação.
A série de novas cobranças de impostos seguiu em 29 de junho, quando o governo federal retomou a alíquota cheia do Pis/Cofins. O preço da gasolina subiu R$ 0,27 por litro, em razão dessa mudança, e mais R$ 0,07, por causa do Cide. O valor total do impacto: R$ 0,34 por litro.
