O milho registra alta moderada em Chicago e leve reação no mercado brasileiro, após semanas de pressão.
Na B3, as cotações indicam formação de suporte, depois de recuos causados pela oferta para liberação de armazéns.
A demanda doméstica segue ativa, com compradores atuando de forma cautelosa, mas constante.
Em Chicago, os preços tentam recuperação após o impacto do relatório do USDA, sustentados pelo milho barato e pela demanda externa.
O consumo global de ração e o avanço do etanol reforçam o viés positivo do grão.
A ANEC projeta exportações acima de 3 milhões de toneladas em janeiro.
No Brasil, a colheita da safra de verão ainda é pontual, com aumento de oferta esperado nas próximas semanas.
Apesar da pressão logística, analistas avaliam pouco espaço para novas quedas, já que os preços atuais não cobrem os custos de produção.
