Do dólar a R$ 5,68 ontem e o Ibovespa empatado com a segunda, a quarta não tem muito empuxo fora a ata do Fomc, o comitê de política monetária do Federal Reserve, que dará sinais sobre os juros para março.
Como não se duvida que haja novos reparos quanto à resistência da inflação em chegar à meta de 2% e os sinais negativos que chegam com as tarifas do governo, como os membros do board do Banco Central já apontaram, os mercados não veem senão a reafirmação de que os juros serão novamente mantidos.
O campo geopolítico também está precificado externamente, ante uma provável cúpula de Trump-Putin sobre a Ucrânia, enquanto a Europa se inquieta com essas negociações que podem pressionar a Ucrânia capitular.
Se o dólar aqui no Brasil seguir o index, que está subindo neste momento, não se sabe ao certo. Caso o mercado veja que o leilão do Banco Central, de US$ 3 bilhões, na terça, ainda produz liquidez, pode ao menos limitar alguma correção sobre as mínimas de três meses da véspera, quando caiu 0,41%.





