O açúcar passa por um momento delicado na ICE Nova York, com os fundos se desfazendo de posições à medida em que a entressafra brasileira segue sem estresse, com a cana em franca recuperação. Aliás, desde outubro, quando as chuvas chegaram definitivamente.
Cai 1,25% no março, a 19 c/lp.
As estimativas já voltaram para 610 a 620 milhões de toneladas de cana no Centro-sul, o que eleva as projeções para o açúcar na casa dos 42 a 43,5 milhões de toneladas.
A Índia, outro importante formador de preços, apresentou recentemente números menores de oferta em dezembro, mas basicamente por atraso pontual colheita pelas chuvas, mas como lembra Maurício Muruci, da Safras & Mercado, não representa queda de produção.
O cenário, portanto, de déficit global para a temporada 25/26 vai se diluindo, inclusive anulando qualquer especulação positiva que possa vir com o petróleo. O barril (CBH25) em US$ 76 poderia dar força ao etanol no Brasil, desviando matéria-prima do açúcar.





