Açúcar vai perdendo o suporte do Brasil com dados da Ásia e Europa

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O açúcar está voltando a se aproximar da média de preços de setembro, depois de que começou-se a esvaziar as altas que empurraram as telas de Nova York para acima de 23 c/lp.

Enquanto o mercado se assustava com a perspectiva baixista do Brasil, sobretudo para 25/26, os preços andaram, até que o correr da safras na Ásia e Europa mudou o tom.

E os números previstos de déficit global estão sendo revistos para cima pelos agentes, depois que a Organização Internacional do Açúcar (ISO) reviu para pior, de 2,51 para 3,58 milhões de toneladas de açúcar.

Os trabalhos de colheita e moagem na Índia seguem bem e o governo dever rever para cima nova cota exportável. Na Europa, haverá um excedente de até 300 mil toneladas para exportação, diz Maurício Murici, da Safras & Mercados.

Com isso tudo em linha, se está anulando a entrada da entressafra no Brasil, no Centro-Sul, e a menor projeção de cana para a próxima temporada, depois da seca e queimadas. E as chuvas recentes estacionadas sobre São Paulo completam o quadro de pressão.

O março na ICE está caindo mais de 1,80%, valendo 20,87 c/lp.

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