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Affonso Pastore: Há um erro crasso com política fiscal, não com o Banco Central

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(Investing) – A política fiscal expansionista do governo vem segurando os juros em patamares elevados, na visão de Affonso Celso Pastore. O assunto foi tratado na manhã desta sexta-feira, 23, durante o IX Seminário Anual de Política Monetária, promovido pela Fundação Getulio Vargas, em parceria com o jornal Valor Econômico. Pastore foi secretário da Fazenda do estado de São Paulo de 1979 a 1983 e presidente do Banco Central do Brasil de 1983 a 1985. Hoje é consultor da A.C Pastore & Associados.

“Acho muito engraçada essa discussão do governo bater no Banco Central, que estaria teimando em manter o juro alto. Ele está fazendo o trabalho dele. O juro, quando ele tiver terminado o trabalho dele, vai estar muito alto. E eu quero saber como o Brasil cresce com essa política fiscal que é a que gera o juro alto. A minha impressão é de que há um erro crasso com política fiscal. Não com o Banco Central”, critica o economista.

Além disso, Pastore comparou o novo arcabouço fiscal com a regra anterior e avalia que o teto de gastos possibilitou a diminuição do juro neutro no passado. “Esse arcabouço que está aí garante o crescimento de gastos e espera cobrir os gastos com aumentos de receita. Essa é a expectativa”.

A regra fiscal proposta na gestão de Michel Temer resultou em uma queda importante na taxa neutra de juros, segundo Pastore. No seu entendimento, no final de 2019, antes da pandemia, taxas de títulos do governo estavam mais baixas, por isso foi possível reduzir os juros, pois a taxa neutra de juros no Brasil havia caído. “A taxa neutra é a taxa que iguala a demanda agregada à taxa real livre de risco, que iguala a demanda agregada ao Produto Interno Bruto (PIB) potencial”, explica o economista.

Investing.com – A política fiscal expansionista do governo vem segurando os juros em patamares elevados, na visão de Affonso Celso Pastore. O assunto foi tratado na manhã desta sexta-feira, 23, durante o IX Seminário Anual de Política Monetária, promovido pela Fundação Getulio Vargas, em parceria com o jornal Valor Econômico. Pastore foi secretário da Fazenda do estado de São Paulo de 1979 a 1983 e presidente do Banco Central do Brasil de 1983 a 1985. Hoje é consultor da A.C Pastore & Associados.

“Acho muito engraçada essa discussão do governo bater no Banco Central, que estaria teimando em manter o juro alto. Ele está fazendo o trabalho dele. O juro, quando ele tiver terminado o trabalho dele, vai estar muito alto. E eu quero saber como o Brasil cresce com essa política fiscal que é a que gera o juro alto. A minha impressão é de que há um erro crasso com política fiscal. Não com o Banco Central”, critica o economista.

Além disso, Pastore comparou o novo arcabouço fiscal com a regra anterior e avalia que o teto de gastos possibilitou a diminuição do juro neutro no passado. “Esse arcabouço que está aí garante o crescimento de gastos e espera cobrir os gastos com aumentos de receita. Essa é a expectativa”.

A regra fiscal proposta na gestão de Michel Temer resultou em uma queda importante na taxa neutra de juros, segundo Pastore. No seu entendimento, no final de 2019, antes da pandemia, taxas de títulos do governo estavam mais baixas, por isso foi possível reduzir os juros, pois a taxa neutra de juros no Brasil havia caído. “A taxa neutra é a taxa que iguala a demanda agregada à taxa real livre de risco, que iguala a demanda agregada ao Produto Interno Bruto (PIB) potencial”, explica o economista.

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