O resultado do emprego no mês de referência é explicado pela queda de vagas no “cultivo de soja” (-5,2 mil vagas), “cultivo de maçã” (-3,0 mil vagas) e “cultivo de laranja” (-1,8 mil vagas). Entre os 236 setores do agro com movimentação no mês, 131 (56%) registraram queda, ao passo que 100 (42%) registraram aumento de vagas. Em outros 5 setores (2%), o saldo foi de zero vagas (as admissões igualaram os desligamentos).
Em abril, agro perdeu 3,9 mil vagas, enquanto o resultado nacional de outros ramos foi de aumento de 85,2 mil postos de trabalho. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, as admissões se reduziram 5,7% e o saldo apresentou queda expressiva de 123,8%. Na comparação da variação acumulada no ano, tanto o mercado agro quanto o mercado nacional apresentaram queda no saldo: -58,0% e -23,5%, respectivamente.
Resultado positivo
Na contramão, os Municípios campeões da geração de emprego no mês foram Formosa (GO) (+1,3 mil vagas) e Morrinhos (GO) (+1,3 mil vagas). Nas duas cidades goianas, o fator preponderante para a geração do emprego foi o setor de “atividades de apoio à agricultura não especificadas anteriormente”: +1,5 mil vagas em Formosa e +1,3 mil vagas em Morrinhos. No ano, dois Municípios do Rio Grande do Sul lideram: Santa Cruz do Sul (+6,8 mil vagas) e Venâncio Aires (+4,1 mil vagas).




