Aprovação do Acordo Internacional do Café no Senado gera novos debates

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O Conselho Nacional do Café (CNC) defende cautela na implementação do Acordo Internacional do Café de 2022, aprovado pelo Senado em 3 de setembro. A entidade teme que a abertura da OIC para empresas, ONGs, traders e outras organizações gere influência desproporcional de interesses externos e enfraqueça a representação dos produtores. O CNC também cobra critérios claros para participação no setor privado e destaca que a redução da contribuição brasileira à OIC, de R$ 2,53 milhões para R$ 1,8 milhão, é pouco relevante diante dos R$ 111 bilhões previstos para o Valor Bruto da Produção do café em 2026. A entidade espera que as regras sejam definidas na plenária de 2026, na Suíça.

Fonte: “Notícias Agrícolas”

Produção assistida por IA e revisado por nossa redação.

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