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Arroz segue em Alta e Feijão na baixa

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Vlamir Brandalizze, analista do Tempo & Dinheiro comenta sobre os preços do Arroz e Feijão:

ARROZ

Os preços do arroz subiram mais cinco reais por saca no Rio Grande do Sul. Na semana passada, o mercado começava em cinco e noventa reais a saca em Uruguaiana. Hoje, o preço já começa em noventa e cinco reais e já se fala em cem. O mercado segue com folga do autista e os níveis variam de noventa e cinco a sessenta e cinco reais, com espaço para novas altas bem mais altas pela frente.

Isso significa que o preço do arroz no varejo vai aumentar, pois não tem como segurar. O arroz estava muito barato e vai ter que ajustar. No restante do Brasil, os preços também estão firmes em todas as regiões. Em Tocantins, por exemplo, o preço varia de cento e trinta a cento e cinquenta reais por saca.

O mercado internacional também está com falta de arroz, com a Índia e o Paquistão fora do mercado. Isso representa uma boa oportunidade para o produtor brasileiro, que depois de anos espenando, vai começar a ganhar um pouco mais com o arroz. Infelizmente, isso significa que o consumidor vai pagar mais caro pelo produto.

FEIJÃO

No caso do feijão carioca, os preços até pioraram um pouco. A colheita está em 80% e basicamente só resta o Mato Grosso. O feijão carioca está variando de cento e oitenta a duzentos e cinquenta reais por saca, no menor nível do ano. O feijão está barato para o consumidor e é uma boa oportunidade para garantir a alimentação.

O feijão preto e outros tipos de feijão estão firmes porque há pouca oferta. O feijão preto varia de duzentos e vinte a trezentos reais. Já começou o plantio do feijão no Paraná nas primeiras áreas e os produtores estão torcendo por um clima favorável.

O feijão preto está escasso e vai ficar mais escasso porque vai demorar para entrar feijão novo. O feijão carioca provavelmente vai começar a ter as primeiras altas nas próximas duas semanas, pois o produtor colheu e está armazenando. Ele começa a vender de maneira escalonada e já não tem pressão de colheita.

O feijão está barato tanto para o produtor quanto para o consumidor.

Veja o comentário completo de Vlamir Brandalizze no quadro Minuto do Arroz e Feijão no vídeo abaixo:

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