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ARTIGO – Arquivo X, a maior audiência

Se procuramos nos motores de busca da internet alguma menção a qualquer suprema corte de qualquer país do mundo, provavelmente os resultados serão infrutíferos, menos, é claro, do Brasil.
Entre as supremas cortes do mundo, a brasileira tem protagonismo na imprensa mundial, quiçá em todas as galáxias.
É bem provável que na sibéria congelada, no árido saara, ou em qualquer local ermo do planeta, a suprema corte brasileira seja conhecida, tamanha a notoriedade que alcançaram.
Uma estratégia de marketing de muito sucesso, embora não contem com a simpatia de ninguém ao redor do planeta.
Mas eles não se importam
com a opinião dos fascistas e dos ignorantes que não tem notável saber jurídico.
Não, a suprema corte brasileira não está nem aí para as opiniões de ninguém, o que importa realmente é o marketing, é estar na mídia.
O que importa é aparecer, dar entrevistas, peitar o legislativo, se aliar ao executivo federal, dar as cartas, controlar a roleta e instruir os crupiês como deve ser o jogo.
Eles são até que bem fotogênicos, alguns, acho, vivem olhando o espelho d’água, e se achando muito bonitos, e até devem dizer quando estão sozinhos, “nossa, como sou belo”, como aquela personagem conhecida das fábulas.
Eles são fabulosos, não é verdade?!
Os onze,(11), como gostam de ser chamados, tem suas estrelas, como um time de futebol tem seus bons zagueiros, atacantes caros, assim é a suprema corte brasileira.
É, é exatamente como um time de futebol com 11 integrantes, mas zagueiros na defesa da, da demo…, não tem nenhum, mas quase todos são atacantes que tiram os adversários de campo, e vale tudo, de caneladas a golpes baixos, e abaixo da linha da cintura, cruizcredo!
Curuizcredo!!
O brasileiro comum não conhece e nem se importa com a escalação da seleção brasileira, mas a escalação dos 11(onze) da suprema corte, até no infantil já se conhece, de tanto que eles aprecem na mídia mundial.
Fazem palestras aqui e acolá e falam de tudo, até de moda, surf e skate devem falar, de política então, são suas especialidades, mas de justiça, nenhum deles sabe falar nada.
Todos são bons jogadores, muito bons mesmo, principalmente diante das câmeras.
E como dizia Vicente Matheus, “jogador tem que ser completo, tem que ser como o pato, que é aquático e gramático”.
E eles são completos, são aquáticos e gramáticos, mas agora estão perdendo a liderança de audiência.
Está todo mundo assistindo o Arquivo X.

João Batista Olivi

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