O mercado pecuário encerrou a primeira quinzena de agosto com estabilidade e leve viés de queda, diante da menor liquidez e do alongamento das escalas dos frigoríficos. A redução das compras chinesas pressiona a demanda, enquanto a chegada da segunda quinzena, com proteínas mais baratas, especialmente a carne suína, pode aumentar a pressão sobre os preços. Por outro lado, a oferta de bovinos segue mais restrita, com retenção de fêmeas e animais confinados na expectativa de preços melhores nos próximos meses. Nesse cenário, a demanda doméstica deve ser o principal fator para definir o comportamento do mercado nas próximas semanas.






