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Bolsonaro diz que não tomou vacina e não adulterou cartão; Lula faz provocação (REVISTA OESTE)

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(Reuters) – O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que não tomou a vacina contra a Covid-19 e que não adulterou seu cartão de vacinação, dizendo estar surpresa com o mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal em sua casa em Brasília no âmbito de operação para investigar inserção de dados falsos de vacinação nos sistemas públicos de saúde.

“Não existe adulteração da minha parte. Não tomei a vacina, ponto final”, disse ele a repórteres, confirmando que seu telefone celular foi apreendido pelos agentes da PF.

“Fico surpreso com uma busca e apreensão por esse motivo, não tenho mais nada o que falar. Meu telefone não tem senha, não tenho nada a esconder sobre nada”, completou.

Lula diz ‘bom dia e boa quarta-feira’ no Twitter; Seguidores entenderam a postagem como uma comemoração à operação contra Bolsonaro (REVISTA OESTE)

Lula
Presidente Lula | Foto: Ricardo Stuckert

Em meio à operação da Polícia Federal que fez buscas na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro e prendeu um ex-assessor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou uma mensagem incomum no Twitter: “Bom dia e boa quarta-feira!”, escreveu. O petista não costuma cumprimentar seus seguidores.

Uma servidora pública, colaboradora do Partido dos Trabalhadores, com conta registrada na rede social, responde ao presidente: “Bom dia, painho. Se Bolsonaro tá triste, a gente tá feliz!”

O Twitter é a principal rede social de Bolsonaro, na qual ele tem 11,3 milhões de seguidores. É por ela que o ex-presidente se comunica com o eleitorado.

A primeira-dama, Janja da Silva, também usou as redes sociais na manhã desta quarta-feira, 3. Ela foi efusiva em seu “bom dia”.

O relator do Projeto da Censura, Orlando Silva (PCdoB-SP), aliado de Lula, foi explícito no deboche, ao fazer referência à apreensão dos celulares de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

A operação contra Bolsonaro foi deflagrada na manhã de hoje, com autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações ocorrem no âmbito do inquérito das milícias digitais, conduzido pelo STF.

Além das buscas na casa de Bolsonaro, os policiais federais apreenderam os celulares do ex-presidente e de Michelle. Os policiais também cumpriram ordem de prisão contra o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. O militar está detido preventivamente, conforme a PF.

A PF investiga um grupo suspeito de inserir “dados falsos” da vacinação contra a covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão, mais seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro.

Apreendido celular de Bolsonaro; Dispositivo foi recolhido durante operação da PF

A Polícia Federal (PF) apreendeu nesta quarta-feira, 3, o celular do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O dispositivo foi recolhido como parte do mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente, em Brasília. A ação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A PF apura se Bolsonaro, familiares e ajudantes próximos fraudaram seus cartões de vacinação para conseguir viajar aos Estados Unidos, burlando as regras sanitárias que exigiam a imunização contra a covid-19.

A PF investiga um grupo suspeito de inserir “dados falsos” da vacinação contra a covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde.

Nesta manhã, os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão, mais seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro.

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente, foi detido, além do policial militar Max Guilherme, que atuou na segurança presidencial; o militar do Exército Sérgio Cordeiro, que também atuava na proteção pessoal de Bolsonaro; o secretário municipal de governo de Duque de Caxias (RJ), João Carlos de Sousa Brecha.

A operação na qual o celular de Bolsonaro foi recolhido

A suposta inclusão de dados falsos teria ocorrido entre novembro de 2021 e dezembro do ano passado.

Segundo a PF, as pessoas beneficiadas conseguiram emitir certificados de vacinação para burlar restrições sanitárias impostas pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos.

A PF sustenta que o “objetivo do grupo é manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas” e “sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19”.

PF prende Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro; Operação investiga grupo que inseriu supostamente dados falsos da vacinação nos sistemas do Ministério da Saúde

A Polícia Federal (PF) prendeu o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta quarta-feira, 3, durante a Operação Venire. A investigação ocorre no âmbito do inquérito das milícias digitais, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A PF investiga um grupo suspeito de inserir “dados falsos” da vacinação contra a covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde.

Os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão (um deles na casa de Bolsonaro, na capital federal), mais seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro.

A operação que prendeu Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro

Ministério da Saúde recomenda 4ª dose para idosos acima dos 80 anos
Fachada do Ministério da Saúde | Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A suposta inclusão de dados falsos teria ocorrido entre novembro de 2021 e dezembro do ano passado.

Segundo a PF, as pessoas beneficiadas conseguiram emitir certificados de vacinação para burlar restrições sanitárias impostas pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos.

A PF sustenta que o “objetivo do grupo é manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas” e “sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19”.

Leia também: “Golpe em câmera lenta”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 162 da Revista Oeste

Ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de operação da PF; Ação investiga adulteração em cartão de vacinação (Ag Brasil)

O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos alvos da Operação Venire que investiga adulteração em cartões de vacinação. A residência do ex-presidente foi alvo de um dos mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (3). Os agentes também recolheram o celular de Bolsonaro.

“Nunca falei que tomei a vacina [de covid-19]. Nunca me foi pedido cartão de vacinação nos EUA. Não existe adulteração de minha parte”, disse o ex-presidente ao deixar sua residência em Brasília, acompanhado de seus advogados de defesa.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva em Brasília e no Rio de Janeiro.

Ao conversar com jornalistas na saída de sua casa, Bolsonaro disse que optou por não tomar a vacina após ler a bula do imunizante: “eu não tomei a vacina. Foi uma decisão pessoal minha, depois de ler a bula da [vacina] Pfizer.”

Ele informou ainda que sua filha Laura Bolsonaro também não tomou a vacina. No Twitter, a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro comentou a ação.

“Hoje a PF fez uma busca e apreensão na nossa casa, não sabemos o motivo e nem o nosso advogado não teve acesso aos autos. Apenas o celular do meu marido foi apreendido. Ficamos sabendo, pela imprensa que o motivo seria “falsificação de cartão de vacina” do meu marido e de nossa filha Laura. Na minha casa, apenas EU fui vacinada.”

Entre os seis detidos na manhã de hoje está o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada pela defesa do ex-assessor.

Operação Venire

Por meio de nota, a corporação informou que também está sendo feita análise do material apreendido durante as buscas e a realização de oitivas de pessoas que detenham informações sobre o caso.

“As inserções falsas, que ocorreram entre novembro de 2021 e dezembro de 2022, tiveram como consequência a alteração da verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, a condição de imunizado contra a covid-19 dos beneficiários”, destacou a PF.

“Com isso, tais pessoas puderam emitir os respectivos certificados de vacinação e utilizá-los para burlarem as restrições sanitárias vigentes impostas pelos poderes públicos (Brasil e Estados Unidos) destinadas a impedir a propagação de doença contagiosa”, completou.

Ainda conforme a corporação, o objetivo do grupo seria “manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19”.

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