Os torrefadores brasileiros deveriam, mas não ainda se acostumaram com os picos de altas do café arábica. Quando a variedade deveria passar por um período de acomodamento, novos recordes são batidos.
Os mais de 2,7 mil pontos, equivalentes a mais 6,83% de expansão no março, que fechou a US$ 4,31 por libra-peso, servirá para afastar os compradores na terça-feira.
Há noticias de agentes do mercado de que os torrefadores internacionais também se retraíram nesta segunda (10).
Os fundos estão comprados porque estão vendo os estoques certificados da ICE Nova York estão entre os mais baixos em 10 anos e, diante de safras prejudicadas no Brasil, e estoques baixos, a demanda positiva pressiona o arábica para novos recordes, como nesta abertura da semana.
Por fora, ainda o real conseguiu se recuperar, com alta de 0,13%, a R$ 5,79 por dólar, o que ainda desencoraja o produtor brasileiro a travar negócios, em um ambiente já de inventários de café com baixa disponibilidade.






