Produtores e traders de café estão observando as recentes desvalorizações do café arábica. Após máxima de US$ 4,30, ainda este mês, perdeu até 51 centavos de dólar pela cotação de maio nas três últimas rodadas, contando com as cotações deste momento.
Está em menos 550 pontos, em torno de 1,65% de queda, para o contrato maio estar em US$ 3,79 libra-peso.
A queda desta terça (25) ainda pode sofrer ajuste, ou mesmo nas próximas sessões de Nova York, observam analistas do Brasil, mas há uma tendência de a resistência começar a se impor mais frequentemente.
Afora os dados da sexta feira, da ICE, que elevaram os estoques certificados, os custos financeiros dos compradores no mercado físico foram muito intensos, de modo que estão com negócios mais lentos, esperando uma recomposição de caixa.
Ademais, os mercados consumidores na Europa e Estados Unidos estão sob tensão da inflação resistente, inclusive no “modo” espera pelas condições que podem se aflorar com os impactos do programa tarifário do presidente Donald Trump.
Embora os níveis de redução dos estoques físicos sejam severos e a safra brasileira apresentará menor oferta, já atestada pela Conab semana passada, mais os números mais baixos de exportações brasileiras em janeiro, os agentes tentam segurar os valores.





