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Café tem dia de alta em NY mas de olho na pressão da safra no Brasil. Com Eduardo Carvalhaes

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Há uma divergência entre a percepção do mercado brasileiro e dos principais mercados internacionais, como os Estados Unidos e a Europa, sobre a produção de café. Enquanto no Brasil se trabalha com números entre 62 e 65 milhões de sacas, os mercados internacionais acreditam que a safra brasileira é maior. Com isso, eles adiam compras e usam seus estoques, aguardando a queda dos preços no Brasil.

Os exportadores brasileiros recebem ofertas dos mercados internacionais, mas os preços oferecidos são inferiores aos desejados pelos produtores. Com isso, o volume de negócios é pequeno, mesmo com a entrada da safra. Além disso, os estoques mundiais nunca foram tão baixos e os estoques brasileiros também devem ser menores.

Os estoques de café certificados pela bolsa americana também estão em queda e são compostos principalmente por cafés velhos, de três ou quatro safras atrás, que não atendem ao mercado consumidor americano e europeu. A expectativa é que os preços possam subir com a entrada da safra brasileira, mas ainda não compensa vender o café.

Veja a entrevista completa com Eduardo Carvalhaes na íntegra:

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