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Chuva no Litoral Norte de SP pode seguir por mais três dias, segundo Cemaden (G1)

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Chuvas fortes em São Sebastião Foto: TV Vanguarda

Devastada por um temporal histórico em fevereiro deste ano, São Sebastião registrou pontos de alagamento nesta terça-feira (13) por conta da chuva, que atinge principalmente a costa sul.

As chuvas que atingem o Litoral Norte de São Paulo desde a noite de segunda-feira (12) podem continuar até a próxima sexta-feira (16), de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Meteorologista do núcleo, Mariana Palotta explicou em entrevista à TV Vanguarda que as chuvas não são de grande intensidade, mas persistentes e devem seguir nos próximos dias.

“Deve continuar pelo menos nos próximos dois ou três dias. Temos uma sinalização de chuva fraca a moderada. Pode ser persistente em alguns períodos, mas não terá os acumulados do verão, pois estamos em uma estação seca. A situação deve ser mais controlada, nada excecional.”

Ainda segundo a especialista, o motivo da chega da chuva é uma frente fria que está entre o Paraná e São Paulo, e que ingressou no litoral paulista, gerando ventos intensos. Esses ventos batem na costa e deixam a chuva mais persistente.

Por conta disso, os alertas devem seguir apenas no Litoral Norte. “No Vale do Paraíba e na Serra da Mantiqueira tende a ser mais fraco. O litoral preocupa mais”, explica.

São Sebastião

De acordo com o Cemaden, São Sebastião é a cidade que mais preocupa no litoral. O município foi devastado por um temporal histórico no carnaval deste ano, que causou a morte de 64 pessoas.

Fonte: TV Vanguarda

Nas últimas 24 horas, o cumulado de chuva na cidade é de 100 milímetros. Os bairros da costa sul têm os piores índices. Confira:

  • Juqueí: 129 milímetros
  • Barra do Una: 108 milímetros
  • Vila Sahy: 89 milímetros
  • Camburi: milímetros
  • Boiçucanga: 73 milímetros

Apesar disso, ao menos por enquanto, não há previsão de desastres do mesmo impacto. “Tivemos a tragédia em fevereiro, mas dessa vez não é de grande magnitude, não temos chuvas para isso. No entanto, como temos solos desestabilizados por lá, podem acontecer deslizamentos em regiões periciarias e em estradas”, alerta Palotta.

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