A terça-feira está embolada e o mercado financeiro tem muita coisa negativa para digerir.
Afora o que o presidente Lula anunciou ontem como auxílio para quem concluir o ensino médio e farmácia popular, que embute gastos do governo, mais o que está por vir na base de liberação do FGTS para quem oprtou pelo saque-aniversário e consignado para o setor privado, que embute pressão inflacionária, há o IPCA-15 pela frente.
Subiu 1,23% a prévia inflação, sem o bônus Itaipu, contra 0,11% de janeiro, mas pouca cousa abaixo dos 1,33%, 1,34% de expectativas. Em 12 meses, foi a 5,08%. Educação e Habitação foram grupos de maior impacto, enquanto a Alimentação subiu 0,61%.
O dólar, claro, abriu em forte alta, sobre a valorização de 0,43% (R$ 5,75) da véspera, que despregou no meio da tarde pelas informações que vinham de Brasília (sic).
Sobe a R$ 5,79, 0,67%, tendo também pela popa as renovadas ameaças das tarifas de Donald Trump, que ontem voltou a falar que os 25% para o México e Canadá ainda estão no programa a despeito de negociações com ambos os países.
O Ibovespa, que igualmente sentiu o baque em menos 1,36%, não tem uma sinalização ainda clara vindo o mercado futuro.





