O dólar só interrompeu a sequência de alta do real na quarta-feira. A nova mínima da quinta (R$ 5,76, -0,52%) não se descarta que possa ser bisada novamente nesta sexta. A menos que venha ajustes de posições ou surpresa com os empregos nos Estados Unidos.
Se descolou ontem, ao inverter a tabela, do índice dólar nas praças mundiais, que subiu, hoje pode também.
O cenário parece favorável novamente. Por parte do que vem dos Estados Unidos, onde a taxa de vagas e desemprego não-agrícolas (payroll), cuja previsões indicam, respectivamente, menor e igual contra dezembro, quanto porque a B3 pode sugar recursos que iriam para o mercado futuro de dólar – este, sim, o grande responsável pela fixação do à vista.
O Bradesco saiu ontem, após o fechamento, com um resultado robusto no 4T24, de R$ 5,4 bilhões de lucro líquido em alta de 87,7% na comparação anual, e vai se somar aos balanços fortes de Santander e Itaú.
Mas enquanto o dólar index (avança 0,10%) não absorve os números mais leves do mercado de trabalho nos EUA, que em tese facilita a vida do Federal Reserve em ao menos pensar em manter os juros iguais na próxima reunião de março (o que seria a segunda manutenção do ano), e os índices futuros de ações em Wall St avaliam o impacto dos resultados da Amazon e não oferecem pista para a abertura do mercado à vista, pelo Brasil não se espera grande coisa a mexer com os mercados.





