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EDITORIAL – Estamos à frente

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É possível, com um mínimo de desenvolvimento, copiar tecnologias e reproduzi-las quase que fielmente, ou também pirateá-las sem dar importância a direitos ou a qualidade.
Mas é possível copiar tudo, principalmente os eletrônicos, que tem maior valor agregado, e são mais interessantes comercialmente.
O fato é que é possível copiar quase tudo.
Pode se copiar um smartphone, um notebook, um automóvel uma aeronave, uma arma de guerra, e etc, e etc e tal.
Mas no agro a coisa é bem diferente, e copiar é algo quase impossível, por tratar-se de seres vivos, que dependem de uma variável tão grande de fatores externos, que é praticamente impossível piratear o conjunto, o know how adquirido na produção de alimentos.
Não há como qualquer cientista, por mais competente que for, chegar ao Brasil, e levar para qualquer país do mundo, todo o conjunto que envolve a produção de alimentos no Brasil.
A tecnologia na produção de alimentos que o Brasil alcançou em espaço de tempo tão curto, é impossível de ser copiada, pois a variantes dependem de clima, solo, topografia, e variedades de cultivares adaptáveis as condições locais, e isso pode demorar duas ou mais gerações, pois trata-se de um ser vivo, que se alimenta da natureza, e assim como nós humanos, também não podemos ser copiados como se fôssemos eletrônicos produzidos em série.
Este é o grande patrimônio que tem o Brasil, um agronegócio pujante, dominante, com potencial gigantesco, e que não pode ser copiado por nenhum país do mundo.
E já que não podemos ser copiados, estamos sendo combatidos, haja vista ser esta a única solução para impedir a dominância do Brasil na produção de alimentos.
A capacidade de atingir excedentes exportáveis do agro Brasileiro mete medo no mundo, pois quem tem alimentos, tem o poder nas mãos.
Qualquer ser humano pode ficar meses se um notebook ou um smartphone, mas sem alimentação não se produz eletrônicos, e a morte é certa.
A sobrevivência da raça humana, e de todo ser vivente, inclusive animais e plantas, depende da alimentação, e não da tecnologia, seja ela de que natureza for.
As tecnologias, os eletrônicos, trazem certos confortos, e facilitam a vida humana, mas não são indispensáveis como são os alimentos.
E é justamente esta a vantagem do Brasil, que tem potencial para triplicar a produção, gerar excedentes exportáveis rapidamente, e suprir a demanda.
Esta é uma vantagem que será combatida pelos países concorrentes sem trégua, pois sabem eles que não podem nos copiar, mas podem nos combater, especialmente causando problemas políticos econômicos sociais ao Brasil.
E estão conseguindo, e com ajuda interna, de venais sem alma, e apátridas, que não estão preocupados com nada e ninguém, muito menos com os pobres, que usam diariamente nos discursos.
Quem se preocupa com os pobres estimula a produção de alimentos, mas o que se vê é o combate ao agronegócio.
Um contra senso que aumentará a pobreza e a fome no mundo.
O que o Brasil tem não pode ser copiado do dia para noite como os eletrônicos, mas está sendo combatido com discursos vazios, que resultará em mais miséria e fome, patrocinado por países concorrentes, e pelo nosso próprio governo e seus apoiadores.
O nosso agro não pode ser copiado, e esta é uma vantagem ímpar, que não está sendo bem aproveitada pelo governo, que trata o agro como criminoso, e é justamente isso que quer a concorrência.
“O Brasil nunca perde a oportunidade de perder oportunidades”
Roberto Campos

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Uma resposta

  1. Parabéns mais uma vez pelo excelente editorial Somos combatidos por inimigos externos que são ajudados por amigos da onça aqui dentro!

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