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EDITORIAL – Sem sentido

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Este é mais um capítulo da loucura da novela ambientalista.
Neste capítulo, os devaneios ambientalistas tentam culpar a cultura da soja pelas chuvas torrenciais que destruíram o estado do Rio Grande do Sul.
Em uma matéria publicada em um grande jornal brasileiro (Folha de S. Paulo), baseada em artigo de um mega veículo de comunicação britânico (a BBC News BR), “especialistas” ambientais disseram que a destruição das matas nativas para o plantio de soja podem ter sido as causas das chuvas que destruíram o estado gaúcho.
A tendenciosa e simplória reportagem diz especificamente que as causas são a cultura da soja, mas não especificam por quais motivos outras culturas, como milho, trigo, cevada e feijão, por exemplo, ficaram de fora desta acusação sem sentido.
O estado gaúcho é o terceiro maior produtor de grãos do país, mas a simplória matéria só acusa a soja como vilã e culpada pela destruição causada pelas chuvas.
A matéria é tão simplória que, em nenhum momento, aborda a quantidade de chuvas muito acima da média que está ocorrendo no sul do Brasil, como se isso não tivesse a menor importância, e além disso, não leva em consideração outra enchente desta envergadura que aconteceu no estado gaúcho em 1941, ano que o Brasil nem sonhava em plantar soja.
No ano de 1941, não havia a cultura da soja, portanto, não havia culpados, mas como houve um crescimento exponencial do agronegócio, especialmente da soja, então a matéria e os especialistas resolveram apontar o dedo para soja, que lidera as exportações do agro brasileiro.
Na verdade, esta é uma acusação ao agronegócio, que tornou o Brasil um grande exportador de alimentos, e que antes, era importador.
Os tais especialistas em nenhum momento abordam o ciclos climáticos das chuvas, a influencia do el niño, e da la niña, as correntes atmosféricas que impedem ou carregam as nuvens de chuvas para outras regiões, enfim, não há nenhuma alusão à nada disso, ficando única e exclusivamente no ataque a cultura da soja, ou, ao agronegócio.
Quando, em 2011, as chuvas destruíram a serra fluminense, e em 1974, a serra catarinense sofreu a maior enchente da história, certamente a culpa não foi do aquecimento global, nem da soja, e muito menos do agronegócio.
A visão de mundo exposta nesta pseudo matéria que acusa o agronegócio, é tão tacanha que chega a ser coisa de criança do curso fundamental que levou bronca do professor, e agora quer descontar em tudo que vê pela frente.
A matéria não tem o menor sentido.

T&D

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