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EDITORIAL – Uma breve comparação

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A Argentina, agora sob comando de Javier Milei, já conseguiu melhoras econômicas substanciais, como a redução da dívida pública e a queda da inflação, que, certamente, é o que mais importa em administrações públicas.
Mas esta semana saiu uma informação ainda mais interessante, para a Argentina, o Peso Argentino sofreu menos desvalorização que o Real, a moeda Brasileira.
Bom para a Argentina, e péssimo para o Brasil, e neste caso, as comparações são inevitáveis.
Javier Milei, o recém eleito presidente da Argentina, assumiu o país de La Plata, sem plata, um cáos deixado pelos socialistas, e hoje, com uma administração mais austera, com redução e controle de gastos, os resultados positivos já aparecem em apenas 6 meses de governo.
A receita não é desconhecida no mundo, Javier Milei não chegou com uma varinha mágica, ele simplesmente adotou medidas e tomou decisões conhecidas desde o século XVI pelos pós escolásticos de Salamanca e posteriormente pela Escola Austríaca, que os socialistas que afundam países inteiros se recusam a entender, por ignorância, haja vista que são princípios econômicos até bem simples.
Enquanto isso, aqui no Brasil, o atual governo caminha na direção contrária, e o país está sendo levado para o abismo fiscal, exatamente pelos mesmos princípios ideológicos do governo anterior da Argentina.
Aqui no Brasil, o que norteia o governo, em matéria econômica, é algo que nunca deu certo em nenhum país do mundo, e em um passado bem recente, tivemos um grande sofrimento, e que agora está se repetindo.
É assustador que tenha havido tanto empenho em eleger o atual governo, sabendo que a história se repetiria.
É realmente assustador.
Se perguntarmos para qualquer pessoa do mundo, o que faria caso nascesse de novo, todos, sem exceção, responderiam que não cometeriam os mesmos erros.
Cometeriam outros erros, pois, afinal, todos erram, mas cometer os mesmos erros, e achar que terão resultados positivos, é muita estultice.
Essa diferença de princípios entre os governantes atuais de Brasil e Argentina é bem clara, e bem claro, também, parecem ser os resultados positivos dos princípios econômicos entre os dois governantes. Nesse caso concreto, a Argentina parece estar no caminho certo, e o Brasil, no caminho errado, cometendo os mesmos erros, com os mesmos que já ocuparam o poder por quase quatro mandatos.
Mas – e esse é o problema – no quinto mandato, neste atual, vão quebrar o país.
O “hermano” argentino é um economista “austríaco” de profundo conhecimento, e de uma cultura superior Numa participação especial em livro que homenageia Jesus Huerta de Soto, Javier Milei dá mostras de todo o peso intelectual com argumentos, além de sólidos, bonitos e bem articulados.
Mesmo com estas diferenças, negativas para nós, continuamos desejando que o Brasil se liberte das amarras do atraso.
Como brasileiros, queremos o desenvolvimento econômico e social tal qual está ocorrendo na Argentina, mas o modelo atual brasileiro não pensa assim.
Infelizmente.

T&D

 

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