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Falta de magnésio pode tirar 5 sacas ou mais: veja como corrigir com o especialista do T&D

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A safra de soja avança para a colheita enquanto o plantio da safrinha de milho ganha ritmo, mas um alerta técnico chama atenção: a deficiência de magnésio pode estar custando ao produtor até cinco sacas por hectare — ou até mais, dependendo do manejo.

Segundo o especialista em nutrição vegetal Rafael Siqueira, o magnésio é frequentemente negligenciado nas lavouras brasileiras. A maioria dos solos do país é naturalmente pobre nesse nutriente, seja pelo material de origem, seja pelo intenso intemperismo tropical que favorece a lixiviação.

O problema é agravado pelo manejo tradicional, que limita o fornecimento de magnésio basicamente ao calcário dolomítico — fonte de baixa solubilidade — e pelo excesso de cálcio e potássio, que competem com o magnésio na absorção pelas plantas.

Visualmente, a deficiência pode ser confundida com falta de manganês. A diferença principal está na localização dos sintomas: o magnésio, por ser móvel na planta, manifesta-se primeiro nas folhas mais velhas.

Elemento central da molécula de clorofila e importante ativador enzimático, o magnésio está diretamente ligado à produção de energia, à formação de entre-nós, ao enchimento de grãos e à resistência a estresses climáticos e biológicos.

A recomendação é clara: realizar análise de solo, considerar fontes mais solúveis (como sulfato ou nitrato de magnésio) via solo ou aplicação foliar e incluir o nutriente no planejamento da safrinha. Em um cenário de margens apertadas, ignorar o magnésio pode significar perda direta de produtividade e rentabilidade.

Confira na íntegra a entrevista de João Batista Olivi com o engenheiro agrônomo, Rafael Siqueira, no programa T&D:

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