Em relação ao crescimento econômico, a Fazenda manteve sua projeção de fevereiro de que o PIB brasileiro crescerá 2,3% neste ano, assim como não alterou a previsão de expansão em 2026, a 2,5%.
A secretaria apontou que a desaceleração esperada para este ano reflete a redução de estímulos dos mercados de crédito e trabalho, o contracionismo da política monetária e as incertezas geopolíticas e comerciais no exterior.





