O setor de feijão defende uma política nacional de longo prazo para reduzir a volatilidade de preços e os riscos climáticos. Segundo o IBRAFE, é necessário integrar crédito, seguro rural, pesquisa, assistência técnica, armazenagem e inteligência de mercado, além de melhorar os mecanismos de proteção de renda e preços. A entidade também pede investimentos em tecnologia, adaptação climática e comercialização, com foco especialmente nos pequenos produtores. A proposta é transformar o feijão em uma cultura estratégica, garantindo rentabilidade ao produtor, abastecimento e preços equilibrados ao consumidor.
Fonte: Notícias Agrícolas






