O Índice Nacional de Preços ao Consumidor amplo (IPCA) saiu confirmando a alta esperada, em 1,31%, montando 12 meses a 5,06%, e logo mais sai a inflação oficial dos Estados Unidos, também de fevereiro, o primeiro indicador completo para um mês após a posse de Donald Trump.
Há uma expectativa de que haja uma leve desaceleração taanto mês a mês quanto anualmente, para 2,9% sobre 3% de janeiro, mesmo com alguns repiques nos preços refletindo aumentos de tarifas de importação ou por defesa dos empresários para taxas que ainda virão.
O dólar, que ontem caiu seguindo o dólar index está em alta de 0,34%, a R$ 5,83, seguindo a recuperação da divisa no plano internacional, enquanto também os índices de ações S&P 500 e DOW também estão em correção positiva sobre a terça. O Ibovespa futuro está sem movimento expressivo, a 125,1 mil pontos.
Contudo, o Brasil vai conviver nesta quarta (12) com o começo das tarifas de 25% ao aço e alumínio, impostas pelos EUA, ao mesmo tempo em que poderá haver alguma distensão por conta do recuo de Trump em cobrar 50% do Canadá, após a província de Ontário também recuar nos preços praticados de exportação de energia aos americanos.
Valerão os 25% também aos produtos siderúrgicos canadenses, de mais exportadores aos EUA, o que igualmente vai balançar o mercado em geral local, de porcas e parafusos a componentes indústrias e da construção civil.





