O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que não contará com a equipe de segurança da Polícia Federal (PF) em sua campanha para as eleições presidenciais de 2026, citando desconfiança na gestão atual da corporação. Ele demonstrou preocupações sobre possíveis infiltrações em sua equipe e sugeriu que os policiais alocados para sua proteção fossem redirecionados para investigar fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Em resposta, Bolsonaro já intensificou sua segurança pessoal, optando por serviços privados.
A PF, por sua vez, iniciou uma operação de proteção para candidatos, mobilizando até 458 servidores e orçando cerca de R$ 95 milhões. Essa ação visa atender até dez candidaturas simultaneamente em todos os estados, variando os recursos conforme o nível de risco de cada candidatura. Essas decisões de segurança influenciam diretamente a percepção de segurança no ambiente político e podem impactar a mobilização de eleitores, refletindo na confiança quanto à segurança das urnas e na estabilidade econômica das regiões envolvidas no pleito.
Fonte: “Revista Oeste”
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