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Fosfato natural brasileiro ou importado? Saiba Mais em Foco nas Pastagens!

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Hoje, vamos discutir um tema muito debatido: o fosfato natural reativo. Existem vários tipos de fosfato natural reativo disponíveis no mercado, cada um com suas próprias características. Vamos explorar essas características e como implementar esse produto.

O fosfato natural reativo pode ter origem do mineral hepatite, sendo cristalizado e caracterizado por sua menor solubilidade. Esses são os fosfatos naturais encontrados principalmente no Brasil. Geralmente, eles têm uma liberação mais lenta e não precisam de uma acidez maior para solubilizar.

Em relação aos fosfatos naturais importados, eles podem ter origem das rochas sedimentares, sendo orgânicos e podendo ser utilizados sem passar por nenhum tratamento químico ou térmico. Os fosfatos naturais reativos, por si só, não precisam passar por nenhum processo químico para chegar à sua propriedade.

Geralmente, esses outros fosfatos não passam por nenhum tratamento químico. No entanto, eles precisam de doses maiores e têm uma liberação mais lenta do fósforo. Sua utilização é preferencialmente em áreas de reforma de pastagem, onde o produto pode ser incorporado para ser liberado ao longo do tempo.

Se o teor de fósforo no solo for muito baixo, é possível utilizar um complemento com fosfato solúvel em áreas de pastagem. Pode ser um supertriplo, um MAP, um DAP ou um supersimples. Quando o teor de fósforo no solo é muito baixo, o fosfato natural reativo demora um pouco para liberar o fósforo. Mesmo com os reativos, a pastagem demora para ser estabelecida.

A aplicação em superfície deve ser feita apenas em doses muito baixas, quando não há necessidade daquele elemento ou nutriente naquele momento. É preciso tomar cuidado com o posicionamento. A dedicação agropecuária pode ser uma excelente alternativa. Após a colheita da soja, é possível fazer a adubação com fósforo na pastagem, que provavelmente terá uma resposta muito boa na soja.

Esse sistema pode se tornar muito produtivo. Um estudo realizado durante um doutorado mostrou que no primeiro ano a pastagem produziu 28 toneladas de madeira seca por hectare, no segundo ano 21 toneladas e no terceiro ano 10 sacas de soja a mais do que o tratamento com superforçado triplo. Isso mostra que esse residual por três anos vale a pena até mesmo em áreas de soja.

A taxa de lotação foi de 3.8 e 2.7 animais por hectare, respectivamente, ao longo desse projeto. Essas são algumas das dicas que passamos para vocês.

Veja o quadro Foco nas Pastagens na íntegra no vídeo abaixo:

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