Produtores de cacau da Costa do Marfim iniciaram uma greve por tempo indeterminado em 16 de setembro, com o apoio de sete organizações, reivindicando melhorias nas condições de trabalho e contestando o preço oficial de 1.200 francos CFA por quilo, que consideram insuficiente. O movimento, liderado pelo Sindicato Nacional Agrícola para o Progresso (SYNAP-CI), pode prejudicar o escoamento da safra 2026/27, pois os agricultores ameaçam impedir o transporte das amêndoas até os portos de Abidjan e San Pedro, principais rotas de exportação. Enquanto isso, a Costa do Marfim avança na implementação de um sistema de rastreabilidade, com 600 cooperativas utilizando dispositivos que movimentaram cerca de 26 mil toneladas de cacau, embora o risco de interrupções no transporte persista.
Fonte: “Mercado do Cacau”
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