O governo de Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou a implementação do Imposto Seletivo, o “imposto do pecado”, programado para entrar em vigor em 2027, sem a intenção de adiá seu início. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, mencionou que haverá debate com os setores afetados, visando a manutenção da carga tributária atual durante a transição. Entretanto, produtores já expressam preocupação com a elevada carga tributária existente, que varia entre 40% e 80%. Eles alertam que a nova tributação pode prejudicar as margens de lucro e resultar na demissão de funcionários, além de potencializar o contrabando.
A criação do imposto visa encarecer produtos como cigarros e bebidas alcoólicas, além de atividades que prejudicam a saúde e o meio ambiente. Particularmente, a tabela de alíquotas ainda precisa ser definida e aprovada pelo Congresso, o que deixa os setores em estado de incerteza. A possibilidade de aumento nos preços de bens de consumo pode impactar diretamente os custos diários do produtor rural e o mercado, criando um cenário que requer adaptações rápidas em estratégias de preços e portfólio.
Fonte: “Revista Oeste”
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