Manobras de taxas exibem a estratégia chinesa

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10% na soja porque só Brasil, mais Argentina e Paraguai, não dão conta da necessidade do país.

15% no milho porque produzem bastante e ainda tem o Brasil.

15% porque também tem produção e ainda a Rússia como aliada.

15% no algodão porque as indústrias locais deverão produzir menos com as tarifas americanas e tem o Brasil por trás para fornecer e com estoques altos da última safra, aliás os EUA também têm sobra.

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