Mercado financeiro abre com temperatura do Focus e super-quarta no radar

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A temperatura político-econômica pode subir com novas informações do modelo de estímulo às importações de alimentos para combater a inflação, mas é o Copom e Fomc na super quarta a dominar as atenções.

E já com o Focus desta segunda elevando a inflação para 5,5% em 2025, de 5,08% na segunda passada. A taxa básica de juros ficou mantida em 15% e dólar nos mesmos R$ 6. Para o PIB com nova projeção de alta, para 2,06%, de 2,04%.

E ainda o Brasil tem pela frente o mercado de trabalho a dar “trabalho” para os mercados. E chances da Petrobras aumentar os preços do combustíveis, não tanto pelo valor do barril, que voltou a ficar abaixo dos US$ 80, mas pelo custo do dólar sem sequência de semanas e sob o respiro do real na passada. Para o mercado “voo de galinha”.

Para o Copom, alta de 1 ponto percentual da Selic está contratada (aliás, mais uma outra também), desde o anúncio do Banco Central, mas o Gabriel Galípolo estará na sua primeira reunião como presidente. E agentes deverão ter cautela.

Para o Fomc, do Federal Reserve, não deverá ser diferente. Praticamente o mercado sabe que não haverá redução. E talvez só mais duas em 2025 todo. O custo devida oficial ainda está longe dos 2% de meta.

Mas, o que todos querem ver são os comunicados e entrevistas pós divulgações. Talvez aí possamos ter novidades com o novo board do Banco Central do Brasil, que todos temem ser mais suave.

Para o dos EUA, fica o curinga do novo presidente, com vistas à sua possível decisão de influenciar negativamente a inflação com tarifas e encurtamento da mão de obra com as deportações.

De momento, o dólar recua no mercado internacional, mas os índices futuros nos EUA também cedem, embora com apelo negativo de dados corporativos.

 

 

 

 

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