O dólar no Brasil abriu em baixa e persegue -0,11, a R$ 6,03, embora seja prematuro para avaliar o ritmo – ou se o manterá – frente à queda de 0,85% da terça (14), a R$ 6.05, porque mais tarde os Estados Unidos conhecerão a inflação de dezembro.
Embora não seja o índice principal adotado pelo Federal Reserve (Fed), que prefere o PCE por apresentar um quadro mais amplo dos gastos com consumo, a CPI é a inflação oficial do país em chega em momento de pressão.
Depois que o payroll apresentou um quadro de empregos muito forte e, ontem, a inflação ao produtor veio com leve baixa em dezembro, fica-se à espera e de como os mercados reagirão.
Por ora, o dólar index cede novamente – na véspera reverteu altas de quatro dias consecutivos – e os índices futuros de ações estão positivos novamente, o que demonstram algum nível de maior de apetite pelo risco ante a CPI que deve ter uma elevação de 0,3% a 0,4%, o que não fugiria quase nada das projeções.
Ibovespa futuro também está em boa performance, acompanhando as menores tensões externas e sem novidades no front interno. Vai a mais 0,44%.
Por sinal, o mercado está se mostrando impressionado com as convicções da equipe econômica em relação à manutenção do déficit nos limites do arcabouço, depois que os analistas passaram a acreditar que o déficit primário de 2024 (excluindo ajuda ao Rio Grande do Sul), ficou bem abaixo do esperado e dentro do limite.



