Não deverá ter surpresa nesta sexta-feira. Mesmo que o dólar volte a subir, dos menos 0,60% da véspera.
E, se cair, será ainda dentro de um patamar que não ameaçará o abandono da marca dos R$ 6.
O mesmo vale para os juros diários (DI), em relação ao refresco da quinta, e também vale para o Ibovespa, que saiu saiu do fundo do poço ontem.
A agenda econômica aqui está esvaziada, não há novidade sobre o fiscal, a não ser a aprovação da PEC de urgência sobre a votação do pacote de corte de gastos.
Dos Estados Unidos, sim, pode vir alguma mexida, pois o principal indicador de empregos não-agrícolas, o payroll, sairá logo mais. A criação de 200 mil vagas em novembro, se confirmada as previsões, vai depender da interpretação do mercado, pós-furacões e pós-grave da Boeing.
Ainda é uma marca considerada dentro de uma economia saudável, o que levará a aumentar as apostas de que o corte de juros pelo Fed, semana que vem, ficará nos 0,25 pp.
Por ora, mercados estão estáveis. Índices futuros de ações nos EUA em leve queda e o índice dólar em leva alta, à espera do payroll.
Petróleo cai 0,68% e está em US$ 71.





