É difícil imaginar qualquer coisa diferente do que a reação dos mercados da 4ªf. Pode não ser um colapso como foi o o real fechando a R$ 6,26 por dólar e a baixa do Ibovespa, talvez algum ajuste, mas não elimina o estresse.
Mesmo porque hoje tem o Relatório Trimestral de Inflação do BC e, como se sabe, não deve trazer argumentos favoráveis contra a carestia.
Há um entendimento na Câmara em prol do pacote de corte de gastos, mas a desidratação começou e os deputados, como sempre, avançando em emendas que o governo promete pagar para quem votar a favor.
Mais do mesmo.
Haddad até acenou ontem, depois de minimizar pela manhã que o “dólar é assim esmo, flutuante, depois de acomoda”, que pode apresentar novos cortes, mas nada que seria para já.
Dos EUA, o Fed confirmou menos 0,25 pp, mas endureceu tom para os próximos encontros. Ainda há riscos inflacionários via economia ainda resistente e, sem falar abertamente, há o fator Trump também inflacionário.
Os índices futuros de ações estão positivos em Wall St e o dólar index reverte a alta da véspera.
A fraqueza do petróleo continua, só que levemente em verde.





