Mercado financeiro pode misturar tarifas dos EUA e IPCA

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Com tarifas dos Estados Unidos de 25% para o aço e alumínio, batendo em cerca de US$ 6 bilhões de exportações brasileiras (2024), e com a inflação de janeiro em alta lá na última casa decimal, bem inferior a dezembro, o cenário para os mercados financeiros ainda está em aberto.

Dólar avança 0,16%, a R$ 5,79.

Da tendência do dólar subir, porque pode haver o entendimento de que as receitas com exportações cairão e menos oferta da divisa ocorrerá. Em paralelo, o IPCA do mês passado: alta de 0,16%, contra o consenso, entre pesquisas, de 0,14%, 0,36 ponto percentual abaixo do de dezembro (0,52%) e o menor índice para janeiro desde o Plano Real.

Transporte e alimentos foram os donos da alta, como antecipava do IPCA-15 de janeiro (0,11%).

Mas a terça-feira também fica por conta do ambiente americano sensível à inflação de janeiro, que será mostrada amanhã, com algum impacto no dólar index, associada às aventuras tarifárias de Donald Trump. Mercado avalia qualquer reação que possa vir por parte dos atingidos pelas tarifas siderúrgicas, como Canadá, Brasil, México, Coreia do Sul e Europa.

Por ora, no entanto, o dólar está estável no âmbito internacional, na medida em que os indicadores de ações dos mercados futuros de Wall St estão dividindo cenário macro com balanços corporativos.

 

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