Mercado vai pulsar com isenção de IR e EUA (de novo)

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O governo Lula vai encaminhar hoje ao Congresso a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, com contas refeitas pela Fazenda: a perda de arrecadação será de R$ 27 bilhões, R$ 8 bilhões a menos que quando foi feito o anúncio da medida, que é promessa de campanha.

E está mantida da compensação de taxas maiores para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais.

Se isso dará alguma sacudida no mercado, veremos logo mais. Se os investidores acreditarem, pode haver novo dia de alívio, na medida em que atenua o recuo dos escassos cofres federais, o que parece ainda não ser o caso porque o dólar abriu em alta revertendo o menos 0,99% da segunda (em cotação mínima como em novembro). Sobe 0,29%, a R$ 5,70.

Em outra parte, a terça manterá a expectativa de que nova leva de recursos estrangeiros cheguem ao País, misturando duas razões: o diferencial de juros mais altos aqui – e uma parte para a Bolsa de Valores ainda barata frente a pares internacionais -, e fuga dos problemas que a economia americana possa ter através dos programas tarifários de Donald Trump.

Ontem teve disso e mais as expectativas mais fluídas sobre a economia chinesa, que possa encontrar um bom caminho para as commodities se o gigante asiático tirar o consumo interno do chão via crédito prometido por Pequim.

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