Tanto ou mais importante que a divulgação de como ficarão os juros nos Estados Unidos e no Brasil, nesta super quarta, são os comunicados e entrevistas dos dois bancos centrais.
Uma vez que, naturalmente, se confirmem as estimativas de manutenção pelo Federal Reserve entre 4,25% a 4,5%, e de alta pelo BCB em 1 ponto-percentual, para 13,25%, o mercado buscará saber do futuro.
Dos EUA, como o Fed avalia a queda muito gradual da inflação, dos empregos, da renda e, por consequência, da inflação, e como enxerga – e se enxerga – ruídos “perigosos” com a nova administração federal do país?
No Brasil, a partir do primeiro round de Gabriel Galípolo na presidência, estará mantida o anúncio do final de 2024 de que até março haveria nova dose de mais 1 pp, e quanto a maio? Sobre esta terceira reunião do ano, analistas estão divididos, entre mais 0,50 ou 0,75 pp.
Até as 14 horas, quando o Fed mostrará a que veio, os mercados devem rodar com cautela, com o dólar rondando a faixa da sa sétima baixa seguida (0,73%, R$ 5,87). Aí rodará juntando a reação dos investidores dos EUA à espera do Copom aqui somente às 18h30.
Por ora, dólar index sobe e índices de ações das bolsas americanas estão parados praticamente, depois da recuperação na terça mitigando os estragos feitos nas carteiras, especialmente da Nasdaq, com a empresa de IA chinesa DeepSeek, prometendo entregar mais informações com custos menores de chips menos potentes.





