A saída de dólares em dezembro e no ano (US$ 15,9 bi, a 3ª maior registrada) pode pesar mais que na véspera, quando o dólar se ajeitou em menos 0,28% (R$ 6,16).
Mesmo porque a agenda econômica do dia é fraca, devendo prevalecer a “paura” latente com as contas públicas, em meio às expectativas dos EUA quanto ao índice de compras dos gerentes das indústrias.
Ontem, o número de pedidos de auxílio-desemprego foi menor que o esperado e desejado, o que eleva às perspectivas de que haverá mesmo gradualismo nos próximos cortes de juros pelo Fed.
Ontem, ainda, as taxas do Tesouro (T-bonds) subiam e o dólar index ia a novas máximas, misturando esse cenário de economia ainda resistente e a chegada de Donald Trump. Embora seja visto como mais pró-mercado do que o presidente que sai, ainda reserva inquietude frente o que pode resultar de desequilíbrio sua política de imposto e de tarifas externas.





