Saiu a arrecadação federal do governo Lula com alta de 9,6% em 2024 (R$ 2,6 trilhões) e confirmando o ministro Fernando Haddad, de que dezembro também seria forte, avançando 7,78% (a R$ 261,2 bilhões).
Se não alivia a pressão do caixa do governo, com as análises gerais mostrando que a deterioração das contas veio para ficar – e aumentar – sem novos cortes de gastos, alivia a terça-feira, o primeiro dia de reunião do Copom.
O mercado soma isso à certeza de que haverá aumento da Selic em 100 pontos-base amanhã, e deixa o dólar mais frouxo nesta passagem, depois de ficar em estabilidade. Se se confirmar nova baixa, será a sétima seguida.
Já o Ibovespa realiza lucros, de certa forma , porque ontem subiu para 124 mil pontos, com a entrada de recursos em fuga das bolsas americanas, depois que a DeepSeek, a empresa de IA chinesa, assombrou as big techs dos Estados Unidos e fez despencar os índices.
A Nasdaq, a principal que reúne as companhias de tecnologia, segue em queda livre nesta passagem.
Já o dólar index sobe intensamente com novas declarações de Donald Trump, inclusive citando o Brasil entre os países que podem ser taxados, e a aversão à China, sob dados de varejo fracos em dezembro e impondo menos liquidez nos mercados por conta do feriadão do Ano Novo Lunar.
Desse jeito, o dólar no Brasil vai a R$ 5,89, recuando 0,36%, e o Ibovespa encurtou a queda para 0,36%, estando em 124,3 mil pontos.





