A semana começa com o Focus projetando a inflação de 2025 em 5,08%, estourando os 5%, e manteve a Selic em 15%, porém já com a carta marcada pelas pré-análises do mercados há dias.
Mas sem a referência dos Estados Unidos nesta segunda de feriado e da posse de Donald Trump, a falta de referência deverá enxugar a liquidez.
De todo modo, o dólar no mercado internacional está em queda, e os índices futuros de ações de Wall Street – única modalidade a operar hoje – estão em leve alta.
O petróleo recua, especialmente porque a China manteve as taxas de juros curtas e longas, pela frequente queda do yuan, e desestimula a economia a consumir mais, além de que os mercados também querem evitar comprar de energia à espera de Trump.
Pois bem, e as primeiras medidas executivas de Trump, fora do âmbito da imigração e deportações? É o que deverá marcar o dia ou a terça-feira, mais tardar, principalmente em relação às temidas contrapartidas de tarifação extras contra vários mercados.
E isso deve mexer com o câmbio e bolsas nos próximos dias.
Por aqui no Brasil, ainda não há no radar tendências mais precisas para o câmbio e bolsa de valores, como dissemos pela menor liquidez, com exceção feita ao Focus.
O dólar está em estável em R$ 6,06, -0,07%, e o Ibovespa futuro abriu em baixa.






