Se não houver nenhuma forte surpresa com os dados de arrecadação federal de janeiro que a Receita apresentará mais tarde nesta sexta, a movimentação dos ativos de risco deverá ficar ao sabor de alguma driatibe trumpista e/ou lulista.
Aliás, surpresa também pode ser do PMI, o indicador da indústria americana, além de serviços e confiança do consumidor, tudo de fevereiro.
Quais seriam as surpresas? Da arrecadação do Tesouro Nacional, uma queda muito brusca que mostre a economia detonando mais rápido; na outra ponta, o que menos se espera do consenso, estabilidade.
Da atividade das empresas do setor secundário e terciário dos EUA, resistência contra recuo mais acentuado, que possa abalar a confiança sobre a manutenção dos juros pelo Federal Reserve, ainda temeroso com a inflação, incluindo a trumpista.
O dólar recém-começou em alta, e mais uma vez segue o index – ambos cederam na quinta. Mais 0,12%, a R$ 5,71.
E o Ibovespa futuro testa subida, com os futuros de Wall St misturados. Mas no âmbito do mercado de ações, ainda temos balanços do 4T24 importantes no Brasil e os dos EUA, chegando ao final.





