Mercados: inflação no Brasil, nos EUA, Fed advertindo e Trump dando trabalho

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E veio o Focus dando novo gás para a inflação, para 5,68% (5,65% na semana passada), esperada pelo fim do bônus de Itaipu principalmente. O IGP-DI, da FGV, saiu com mais 1% com 1% em fevereiro (0,11%) de janeiro. E quarta o IPCA deve consolidar a inflação do mês passado em alta, elevando dozes meses acima dos 4,5%.

Com ares de atenção pela China em deflação, com o consumo fraco, e sob a pressão das tarifas de Donald Trump, a semana abriu também com a CPI dos Estados Unidos à vista. Não é o indicador de preços preferido do Federal Reserve, mas reflete.

Após o que o chair do banco central, Jerome Powell, indicou que não há pressa para corte de juros, mesmo numa sexta na qual os dados de empregos no país veio abaixo das expectativas. Riscos para a economia persistem, contudo, disse ele, apontando o dedo para tarifas e imigração.

Assim, o  dólar, que se ajustou no último dia útil após o forte recuo da quarta, em com o governo dos EUA ainda deixando o mercado confuso pelas idas e vindas, abriu sem tendência: -0,01%, R$ 5,79.

Segue o dólar no mercado internacional moderadamente em queda, mas renovando uma atenção com as condições da economia americana que preocupa os Fed, os agentes e até Donald Trump chegou a dizer que poderão advir problemas para o crescimento.

O Ibovespa futuro segue Nova York e recua 0,82%.

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