Mercados: Trump market e PCE X Brasil

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O dia deve ficar entre os reflexos dos Estados Unidos nos mercados, mais contundentes nesta sexta, e a cena doméstica brasileira.

A cotação do dólar frente ao real abriu em leve alta (R$ 5,85), enquanto o dólar index avança mais de 0,40%, em reflexo à volta do “Trump market”, após anúncio de taxações ao México e Canadá (25%) – a um passo, portanto, de chegar à China -, e por conta das expectativas quanto ao PCE, o principal indicador de preços ao consumidor observado pelo  Federal Reserve.

A previsão é de 2,6% na anualização da métrica e de 0,3% em dezembro, o que seria, respectivamente, acima de 2,4% e 0,1% sobre o ponto de novembro. Já o núcleo também subiria a 2,8%.

Na véspera, o dólar também subia em boa parte da quinta, mas reverteu para fechar em R$ 5,85 pela oitava sessão seguida. Apesar da elevação em 1 ponto percentual da taxa de juros Selic, na quarta, os agentes estenderam a fala de Lula, poupando críticas ao Banco Central, entre as juras de sempre sobre o controle do déficit fiscal.

Variável adicional nesta última sessão da semana é que o resultado primário do governo em 2024, desconsiderando os gastos com as emergências no Rio Grande do Sul, ficou em déficit de 0,09% do PIB, dentro, daí, da meta do arcabouço fiscal (0,25%), e abaixo das consultas junto aos economistas. Dezembro, por exemplo, teve superávit de R$ 24 bilhões.

 

 

 

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