O milho atingiu as maiores cotações em Chicago desde 2023, com alta superior a 2%, impulsionado pela valorização do trigo, preocupações com a oferta dos EUA e aumento da produção de etanol. As condições das lavouras americanas também pioraram, reforçando o suporte aos preços. Na B3, o milho acompanhou o movimento externo, apoiado também pela alta do dólar, enquanto o mercado físico registrou valorização em algumas praças brasileiras.
Fonte: “Notícias Agrícolas”
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