Milho segue firme e USDA pode confirmar corte na safra americana e impulsionar os preços ainda mais

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Notícias do Milho com Vlamir Brandalizze

B3
A B3 opera de forma mista, influenciada pelo dólar em queda e por Chicago em leve alta. Os preços entre R$ 80 e R$ 82 são considerados atrativos diante dos fundamentos positivos do milho, com expectativa de redução da safra americana no relatório do USDA.

Mercado brasileiro
As exportações seguem abaixo do esperado, com portos trabalhando na faixa de R$ 72 a R$ 74, enquanto produtores buscam valores acima de R$ 80. A pressão de venda tende a diminuir com o encerramento da colheita da safrinha e do sorgo nas próximas semanas. No mercado interno, o consumo segue forte, impulsionado por ração e etanol.

Exportações
A expectativa é de aumento da demanda externa nos próximos meses, principalmente da Europa e da Espanha, que enfrentaram perdas na produção de milho. As compras europeias, porém, devem ganhar força mais para o fim do ano e início de 2027, após o avanço da colheita local. A Ucrânia também enfrenta dificuldades logísticas para abastecer o mercado europeu.

Chicago
O milho sobe apoiado pelo petróleo, pelo trigo e pela expectativa de corte na produção americana no relatório do USDA. O contrato julho/27, referente à nova safrinha brasileira, chegou a US$ 5,60/bushel, considerado um nível interessante para proteção de preços futuros.

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