Investigadores da Polícia Federal (PF) estão analisando os contratos da distribuidora Star Pharma, que soma cerca de R$ 220 milhões com o Ministério da Saúde para o fornecimento de insulina e preservativos ao SUS. A empresa está envolvida no inquérito da operação Carbono Oculto, relacionada a suspeitas de corrupção e crimes financeiros associados a figuras como “Beto Louco” e “Primo”. O Ministério da Saúde informou que não encontrou irregularidades em suas licitações e que os contratos foram feitos com empresa que apresentou preços 30% inferiores aos concorrentes.
A Star Pharma, com sede em Barueri (SP), afirmou que a análise demonstrará a integridade de suas práticas comerciais, e planeja solicitar auditoria dos contratos. À medida que as investigações prosseguem, fica a reflexão sobre como o desenrolar desse caso pode impactar a confiança de investidores e fornecedores no setor público, especialmente em contratos que afetam diretamente a prestação de serviços essenciais no sistema de saúde.
Fonte: “Revista Oeste”
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