A entrada em vigor da Lei Antidesmatamento da União Europeia (EUDR), prevista para 30 de dezembro de 2026, pode alterar o comércio global de cacau ao exigir rastreabilidade e comprovação de ausência de desmatamento após 2020. Segundo a Hedgepoint, a preparação dos fornecedores africanos é desigual, o que pode provocar restrições comerciais, diversificação de origens e diferenças de preços entre produtos adequados à norma e os não conformes.
Fonte: Globo Rural







