São Paulo atualizou as regras de controle do greening na citricultura. A nova norma classifica os municípios conforme a incidência da doença: locais com até 10% de plantas sintomáticas são considerados de baixa incidência e exigem a erradicação de todas as plantas doentes, enquanto, nos de alta incidência, a medida vale para árvores sintomáticas de até três anos. A resolução também reforça o monitoramento do inseto vetor, com inspeções quinzenais, além de vistorias trimestrais nas propriedades e registro das medidas adotadas.
As mudanças ocorrem diante do avanço do greening, cuja incidência no cinturão citrícola de SP e no Triângulo/Sudoeste Mineiro passou de 18,9% em 2016 para 50,6% em 2025. Limeira liderou o levantamento, com 79,89% das árvores afetadas.






