Pelas prévias de 2025 e pela conclusão de 2024, pode-se esperar uma semana – de 10 a 14 de março – com indicadores que poucas dúvidas mostram que tanto a inflação está em linha de resistência, quanto a atividade econômica também reproduz desaceleração.
Segunda, 10
Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna, FGV – o IGP-DI é importante indicador de preços de fevereiro, desde matérias-primas a bens e serviços finais, indexador de vários contratos e tarifas públicas. 8hs
Relatório Focus, Banco Central – pesquisa semanal com agentes econômicos, que vai ficar no radar pelas projeções de inflação e do PIB para o ano. 8h25
Terça, 11
Produção Industrial, IBGE – as informações devem comprovar a menor atividade da indústria em janeiro. 9hs
Quarta, 12
Contas públicas, BC e Ministério da Fazenda – de janeiro, relação da Dívida Líquida e Dívida Bruta com o PIB, Resultado Primário (sem juros) e Resultado Nominal (com juros). 8h30
IPCA, IBGE – inflação oficial de fevereiro, devendo apresentar alta sobre janeiro e elevando o ano acima de 4,5% do teto da meta. 9hs
Quinta, 13
Pesquisa Mensal de Serviços, IBGE – relativo a janeiro, como no caso setor industrial, as atividades de serviços deverão apontar tendência de desaceleração. 9hs
Sexta, 14
Pesquisa Mensal do Comércio, IBGE – igualmente de janeiro, o desempenho do comércio está no monitor diante de grau de repasse dos juros e dólar. 9hs
Índice de Preços ao Produtor, IBGE – o comportamento dos preços das matérias-primas e insumos certamente refletirá a tendência de repasse para o comércio. 9hs





