Só açúcar se salva entre as commodities softs e duras

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A quinta-feira (16) reservou uma débâcle generalizada de todas as commodities agrícolas negociadas nos mercados futuros de Chicago e Nova York.

Exceção feita à soft açúcar, que subiu mas muito mais por correção sobre preços baixos, depois de cair 6% em apenas três dias desta semana em vista de uma excelente recuperação sa da safra brasileira 25/26.

Ou seja, o único derivativo agrícola que avançou (2,17%, a 18,40 c/lp) se deu sem apoio de fundamentos, quando muito um pouco pelo dólar mais fraco no exterior e estável no Brasil.

O caso mais simbólico foi da soja com menos menos 22 pontos (-2,12%), que praticamente voltou o março para a casa da sexta-feira, quando conseguiu forte altas após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) derrubar os números de estoques e produção americanos.

Os números do Brasil vão sendo mantidos e podendo ampliar acima das 170 milhões de toneladas porque as chuvas estão voltando ao Rio Grande do Sul.

O farelo e o óleo de soja ampliaram as baixas do grãos, à medida que o mercado se impressionou com o excesso de oferta com o esmagamento dos EUA em níveis recordes em dezembro.

Os cafés arábica e robusta também transbordaram para baixo, muito mais por correção porque atingiram há meses preços recordes.

Já o algodão  começou a sessão testando ir contra os fundamentos baixistas, mas reverteu em ficou em baixa de 1,52% e perdeu os 67 c/lp.

Em Nova York, cacau e suco de laranja também recuaram firme, ambos na casa dos 3%.

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